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Quem sofre com a “síndrome de solidão” pode ser líder no pós pandemia?

  • Foto do escritor: Lucas Motta
    Lucas Motta
  • 1 de mar. de 2021
  • 2 min de leitura

Atualizado: 6 de abr. de 2021

Por Carlos Motta em 01/03/2021

É necessário pensar a melhor e mais segura forma de retornar ao espaço físico de trabalho, mas nem todos encaram o regresso físico da mesma forma, pois apesar do trabalho presencial facilitar o contato para solucionar demandas, algumas atividades podem ser desenvolvidas com mais produtividade quando exercidas remotamente.


A produtividade pode ser melhor quando o ambiente é propício ao trabalho, mas as relações pessoais no trabalho sofreram alterações após tanto tempo em “ home office”, pois o distanciamento dos colegas colaborou para um “esfriamento” nas interações.


É fundamental que o líder tenha percepção e sensibilidade quanto às questões emocionais e psicológicas dos trabalhadores e além da saúde, fatores como deslocamento e flexibilidades de horários podem gerar resistência para o retorno ao escritório.


A gestão deverá ser feita com muito cuidado e planejamento, pois isso envolve todo o impacto na organização do trabalho e talvez ao invés de manter um grande escritório central, algumas empresas pensem em administrar escritórios menores e descentralizados para ficarem mais próximos dos colaboradores.


A confiança é a base de tudo, especialmente no modelo remoto, e os gestores precisam deixar bons profissionais executarem seus trabalhos.


A liderança deve estar aberta a novas técnicas de gestão, focar em medir resultado por entregas e adotar uma comunicação assíncrona e clara. O trabalho só pode ser executado quando o indivíduo tem tempo para trabalhar e o mesmo precisa aprender a lidar com possíveis distrações e ter maturidade para administrar a sua agenda. Também é importante saber comunicar bem seus pontos de vista, com clareza e objetividade.


A atuação remota durante o distanciamento social obrigatório provou que o bom desempenho e a satisfação pessoal, nada tem a ver com um ambiente de trabalho controlado. E, os profissionais que trabalham à distância precisam ter excelente comunicação, tanto oral como escrita, pois não dá para ir lá e explicar direitinho.


As intermináveis reuniões para “status” de execução precisam dar lugar a orientações das lideranças para obtenção de melhores resultados e aqueles “chefes” que se alimentam da presença de subordinados e controles mecânicos das tarefas, que eu costumo dizer que sofrem de “síndrome de solidão”, não tem mais espaço.


Ninguém gosta de ser controlado e bons profissionais acreditam que os líderes precisam focar mais nos resultados do que no tempo gasto para realizar uma tarefa.


Para o trabalho remoto ser um sucesso no novo mundo do trabalho é importante que os líderes possam mudar para uma abordagem baseada em resultados e usar as metas alcançadas como forma de medida para o sucesso.

 
 
 

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